A psicologia é o ofício da minha vida.
É o mister dos que escutam sem pressa em responder. De quem se dispõe a ser surpreendido todos os dias com a alteridade.
É o ofício da escuta disponível e sem pretensão em classificar o outro como bom ou ruim.
A psicologia me possibilitou um encontro genuíno com o outro. Me ensinou a olhar com mais carinho para o contexto, para as emoções e para o processo.
Não dos que se preocupam em nomear e categorizar o relato do outro.
A principal preocupação de um psicólogo é a de criar condições para que aquele ser humano diante dele possa falar e dar acesso ao universo que carrega em si.
A psicologia nos ensina todos os das o quanto a fala cura – o quanto a escuta também cura. Também como é impossível separar um indivíduo do seu meio, de sua cultura.
Ela me ensinou que a loucura na verdade nunca existiu. Foi o nome que deram pra tudo aquilo que desafia a ordem vigente.
Nela, aprende-se a ver um mundo ocupado por pessoas que sentem, que sofrem, ao vivenciar essa jornada tão complexa e plural que é viver, cada um do seu jeitinho.
Tornei-me psicóloga por acaso. Porque um dia entendi que não seria feliz vivendo como publicitária.
Hoje, tenho certeza de que estava certa!
“Não considere nenhuma prática como imutável. Mude e esteja pronto a mudar novamente. Não aceite verdade eterna. Experimente.”
B. F. Skinner
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